Polícia
César Jr.

Por dentro da polícia

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Mais um veículo foi furtado em Botucatu nas últimas horas. Desta vez, a vítima Marco Benedito Correia da Mota deixou seu veículo parado em frente a sua residência na rua José Cândido Villas Boas na Vila Nova Botucatu e quando foi por volta das 22:00, percebeu que o mesmo havia sido levado. Trata-se de um Fiat-Uno Mile, ano 96, cor vermelha de placas BSD 7621 de Botucatu. A polícia está apurando os fatos.
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Senhora de 62 anos foi furtada em R$ 1.300,00 (mil e trezentos reais). A aposentada, Maria Isabel de Lara Ambrosi, informou aos policiais que foi ao Banco Bradesco e sacou a quantia de R$ 510,00 (quinhentos e dez reais) e pagou algumas contas. Em certo momento, por volta das 15:00, a mesma foi abordada por uma mulher de aparência simples que pediu informações de uma rua da cidade. No mesmo momento apareceu uma segunda pessoa de aparência mais elegante, se prontificando em ajudar a localizar a tal rua. A vítima não sabe informar como acabou sendo convencida a entrar no carro das duas mulheres e em seguida as mesmas convenceram a vítima a sacar a quantia de R$ 1.000,00 ( mil reais) da Caixa Econômica Federal. No final, as duas ainda levaram da vítima o restante do dinheiro do primeiro saque, totalizando R$ 1.300,00 (mil e trezentos reais). A DIG investiga o caso.
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Moto e Ford-Fiesta se chocaram ontem às 8:15 no cruzamento das ruas Lourenço Carmelo e Izidoro Bertaglia no Jardim Paraíso. De acordo com o boletim de ocorrência o condutor da moto não respeitou a preferencial e acabou se chocando com o outro veículo. Saíram vítimas do acidente, condutor e passageira da moto, Roberto dos Santos Yamashiro e Elizabeth Caetano do Nascimento, ambos socorridos pela unidade de resgate do corpo de bombeiros, levados ao plantão da Unesp com ferimentos leves.
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Um aposentado de 60 anos que morava sozinho foi encontrado assassinado dentro de sua casa, no Jardim Marise, em Bauru, ontem pela manhã. Antônio Ângelo de Freitas foi morto com três tiros na cabeça. O corpo estava ajoelhado na sala, com os braços cruzados sobre o peito e o rosto encostado no chão. A posição, aparentemente, indica que ele tenha sido executado.
A mãe da vítima, de 81 anos, que morava nas proximidades, foi à casa do filho por volta das 8h e encontrou o portão e porta da frente arrombados. Na sala, ela se deparou com Freitas já morto, em meio a muito sangue. Aparentemente, segundo a polícia, nada foi roubado, o que afasta a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte).  O delegado Kleber Granja, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), que apura o caso, informou que trabalha em duas fortes linhas de investigações. Porém, não informou qual seria a motivação do crime para não prejudicar seu trabalho.  Pelas condições do corpo, encontrado logo pela manhã, Freitas foi assassinado por volta da meia-noite, de acordo com Granja. Ele solicitou a perícia do local do crime e segue nas investigações. Vizinhos chegaram a informar à Polícia Militar que ouviram disparos de tiros durante a madrugada. Um deles, que preferiu não se identificar, disse que o aposentado, conhecido por Toninho, era querido no bairro. A vítima foi descrita como uma pessoa pacata, solícita com os vizinhos. Freitas é a 10.ª pessoa morta de forma violenta neste ano em Bauru e a primeira deste mês. Em fevereiro foram registrados dois homicídios, de filho e mãe. No dia 6 Maristela Tomás Prado, 47 anos, morreu esfaqueada por seu filho Elvis Prado Miranda, 25 anos.  Ao tentar intervir em favor da mãe, Darwin Barros do Prado, 14 anos, também foi gravemente ferido à faca. Foi internado, mas morreu dias depois. Elvis foi preso em flagrante ainda no dia da briga. Já no primeiro mês do ano, o janeiro mais violento desde 2007, sete pessoas foram mortas em Bauru.
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O Hospital da Unimed de Bauru foi palco de uma verdadeira história de terror. A auxiliar administrativa Joziane Auxiliadora Siqueira, 26 anos, tentou matar por envenenamento sua chefe, a enfermeira Érica Melo Cravo, 24 anos. Ela colocou, por dois dias seguidos, veneno de rato no leite achocolatado da vítima. A Polícia Civil prendeu Joziane na tarde de ontem por tentativa de homicídio. Segundo a delegada Luciana Claro Rodrigues, da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), o desentendimento entre as duas funcionárias do hospital era motivado pelo fato de Joziane utilizar constantemente a Internet e o telefone do trabalho para fins pessoais. “Ela ficava o dia todo na Internet, no telefone. Eu conversei com ela, mas ela não melhorava. Então eu pedia para trocarem ela de setor ou mandarem embora”, conta Érica. Joziane, que alegou em depoimento que seu “santo não bateu” com o da chefe desde o início, confessou que envenenou o achocolatado da colega. “No dia 22/02, na parte da manhã, eu levantei da minha cadeira que fica ao lado da copa, onde tomamos o lanche da manhã e da tarde - a entrada no local é restrita somente a funcionários do setor -e fui até a geladeira. Peguei o frasco de leite que sabia que era da Érica e despejei um pouco de veneno de rato. Coloquei duas vezes, na segunda e na terça-feira”, relatou a auxiliar em depoimento à polícia. Érica chegou a tomar o leite envenenado na segunda-feira passada, dia 22 de fevereiro. “Eu tomei e depois percebi que o fundo do copo estava azulado. Passei mal, tive enxaqueca e dor de estômago”, relata a vítima. A enfermeira desconfiou da coloração azulada, característica de veneno para ratos. No dia seguinte, levou o leite para o trabalho e novamente o alimento ficou azul. Ela levou o líquido para casa sem ingerí-lo e guardou. Joziane, por sua vez, apresentou atitudes suspeitas nos dias que se seguiram, perguntando pela saúde da chefe e questionando colegas sobre veneno de rato. Diante dos fatos, o hospital demitiu a auxiliar administrativo, mas não relatou o caso à polícia. Somente na última segunda-feira, quando Joziane foi fazer o exame demissional e comentou com colegas que iria matar Érica, a enfermeira procurou a DDM. A ocorrência foi registrada como ameaça e no dia seguinte sete funcionárias do hospital foram ouvidas pela polícia.  Diante do relatado pelas testemunhas, a Polícia Civil cumpriu ontem um mandado de busca na residência de Joziane, uma pensão no Jardim Bela Vista. No local, a própria auxiliar administrativa confessou o crime e entregou o frasco do veneno RatoKill, que disse ter comprado em uma loja de produtos agrícolas para envenenar a chefe. A prisão temporária da auxiliar administrativa foi decretada no final da tarde de ontem. Ela é acusada de tentativa de homicídio e foi encaminhada à Cadeia Feminina de Avaí. O leite supostamente envenenado foi encaminhado à perícia.  Para Érica, a prisão significou o fim de um pesadelo. “Nunca imaginei passar por isso. Eu nem dormia. Não sei como aguentei continuar indo trabalhar com ela lá. Quando soube da prisão até chorei. Foi um alívio”, desabafa

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