Pr. Murilo Mendes
Pastor; Teólogo; Escritor, Colunista e Articulista
“Conhecendo sobre a bíblia 77”
É um momento de grande prazer transcendental no qual estou labutando ao digitar, teclando vez após vez em meu teclado digito por divinal fluir de inspiração por vezes no momento com pouca lógica ou nenhuma compreensão. Ao entrar em um mundo invisível onde dificilmente alguém crê que realmente existe e por lógica de raciocínio se não ser crê, para quem assim acredita é como se não existisse; ainda que exista por si só. E sendo assim se esse mundo não existe realmente os seus habitantes, seres espirituais bons e maus, também não deveram existir e isso é uma coisa compreensível e lógica. Mas nós temos a lógica não apenas na ótica humana e materialista, e sim também na ótica divina e espiritual. Se materialmente é algo absurdo e sem nexo espiritualmente poder fazer muito sentido e cumprir uma missão profética abençoadora. O físico e o metafísico, o material e o espiritual caminham juntos em paralelo por muitas vezes. Ao nosso redor pode ficar uma anjo e ao derredor um demônio. É nesse universo confuso a primeira vista que nos encontramos e isso não é ficção e sim realidade. Pois bem; vamos prosseguir então nessa squencia de conhecimento em nosso conhecendo sobre a Bíblia com a Versão Bíblia /Almeida-LCC e a Nova Vulgata-Vaticano (Gênesis 18:24) - “Se porventura houver cinqüenta justos na cidade, destruirás e não pouparás o lugar por causa dos cinqüenta justos que ali estão?”; (Liber Genesis 18:24) - “Si forte fuerint quinquaginta iusti in civitate, vere perdes et non parces loco illi propter quinquaginta iustos, si fuerint in eo?”. Podemos notar aqui neste verso sequencial da narrativa mosaica registrada por Tutmsósis no livro dos começos onde o diálogo entre o ser humano e a divindade, entre YHVH e Abraão “o Amnigo de Deus” está sendo transcorrido em virtude da questão do clamor dos sodomitas que tinha chegado até o Trono do Altíssimo onde a Glória de Deus é permanente e sempre presente com todo o seu poder e resplendor. Ali chegou a informação por intermédio dos anjos fiéis ao Deus Vivo e Eterno; que atuaram como os nossos carteiros ou como são chamados hoje “os agentes dos correios” coletam as correspondencias, as organizam e após entregam em seus respectivos endereçamentos fazendo com que chegem ao seu destinatário. Com os anjos é parecido. Eles são os mensageiros por execelencia; e coletam as orações dos santos e as levam até o Trono de Deus, depositando em salvas de ouro. Deus assim fica sabendo dos pedidos , suplicas e clamores da humanidade e manda a sua resposta as oração recebidas por meio desses agentes ndo correio celestial. Assim é que chegou a informação motivadora da visita divinal à Abraão. O discurso não é um monólogo como poderimos supor em se tratando de uma divindade comunicando seu juizo e designio aos habitantes de Sodoma, ou sejam, os sodomitas. Ao invés de monólogo temos um diálogo entre uma divindade e o ser humano, entre Abraão e seu amigo. O caráter intercessor da fala de Abraão é claro; quando se atreve a indagar a divindade sobre a quantia de justos presente no meio de uma sociedade corropida gande quantidade de impios. (Gênesis 18:25) - “Longe de ti que faças tal coisa, que mates o justo com o ímpio, de modo que o justo seja como o ímpio; esteja isto longe de ti. Não fará justiça o juiz de toda a terra?”;(Liber Genesis 18:25) - “Absit a te, ut rem hanc facias et occidas iustum cum impio, fiatque iustus sicut impius; absit a te. Nonne iudex universae terrae faciet iudicium?”. Cotinuemos a nalise desse diálogo. A fala de Abraão continua insistentemente para com Deus. Para o homem, Abraão era não apenas importante o fato da presença de seu sobrinho Ló entre os sodomitas; mas a indagação da possibilidade de haver pessoas que não fossem dignas de um tão pesado juizo divino. O juizo ou ira divina, se podemos assim dizer, era algo real e temido pelas pessoas que compunham as sociedades primitivas. Como já vimos no Primeiro Livro de Tutmósis chamado “PRINCÍPIO”. Pois o Livro recebe o nome da primeira palavra de seu primeiro verso, ou seja, BRST = “BERESHIT” = PRINCÍPIO. Deus, YHVH ou Yahweh; ou ainda YHEVAVHE e não “Jeovah” como querem alguns. Pois bem, é esse deus único que se revelou a Tutmósis quando descobriu sua linhagem judaica mesmo sendo um nobre egipcio. Esse DEUS é que é interrogado por um ser humano agraciado por ter sido escolhido como amigo de uma divindade poderosa. As divindades eram comuns na antiguidade dos povos primitivos, como vemos sua marca presente nas mitologias greco-romanas e egipcia em suas artes plásticas onde suas figuras belissimas estátuas e monumentos, alguns com milenios. As divindades eram temidas pelas suas atitudes nem sempre amistosas, pois os fenômenos naturais eram tidos como divindades, não apenas os fenômenos sobrenaturais que creio sempre existiram e existiram.